Novo modelo de GR: quando o risco é tratado antes de virar prejuízo 

Gerenciamento de Risco, por muito tempo, foi sinônimo de “acompanhar viagem e reagir quando dá problema”. A Track Brasil resolveu mudar esse jogo. 

O novo modelo de GR nasce com um foco claro: antecipar o risco antes que ele vire sinistro, usando dados, inteligência e atuação imediata em cada etapa da operação. 

Não é só monitorar. É analisar, decidir e agir em tempo real. 

Jeito Track Brasil de fazer GR 

Na prática, o modelo foi desenhado para acompanhar a jornada completa, do agendamento ao fim da viagem. Conectamos tecnologia, estratégia e atendimento humano para garantir segurança total do casco, da carga e do condutor. 

O resultado é um GR que deixa de ser “serviço de retaguarda” e passa a ser peça central da operação logística. 

O novo modelo é sustentado por três pilares principais: 

1. Score da viagem em tempo real 

Cada viagem recebe um score dinâmico de risco, atualizado o tempo todo de acordo com os alertas gerados pelo sistema, o comportamento e a conduta do condutor, além da localização, da rota e do contexto da operação. 

A qualquer momento, é possível saber em que nível de risco aquela viagem está e onde é preciso intervir. 

2. Track ID: identidade do condutor sempre validada 

Com o Track ID, a validação do motorista deixa de ser só um “check” inicial e passa a ser parte ativa do GR, com confirmação de identidade antes da viagem, novas validações durante a operação sempre que necessário e, em caso de suspeita, ajuste automático do score de risco e acionamento imediato dos protocolos de segurança. 

Isso reduz o risco de fraude e de uso indevido do veículo, fortalecendo a confiança na ponta mais sensível da cadeia: quem está ao volante. 

3. Gestão de Temperatura 

Para operações que dependem de controle térmico, a Gestão de Temperatura entra como ponto crítico do modelo, garantindo monitoramento ativo da temperatura durante toda a viagem, tratativa imediata de alertas em caso de variação fora do padrão e apoio ao cliente na tomada de decisão rápida, como ajuste de rota, parada técnica ou intervenção operacional. 

É o tipo de controle que evita perda de carga, quebra de contrato e dor de cabeça com o cliente final. 

Resultados que se sentem na operação 

Na prática, o novo modelo de GR da Track Brasil entrega aquilo que gestor de frota, embarcador e seguradora querem ver: mais controle, menos risco e mais segurança para quem transporta. 

Por trás disso, tem uma combinação de: 

  • Monitoramento ativo e gestão de alertas 24h – não é só acompanhar tela: é priorizar, tratar e fechar ocorrência com visão operacional. 
  • Atuação preventiva baseada em dados e histórico – análise de gatilhos, padrões de risco e comportamento para agir antes do problema estourar. 
  • Célula de Prevenção de Acidentes – time focado em entender causas, recomendar ações e reduzir reincidência de eventos de risco e sinistros. 

Cada cliente, rota e carga têm particularidades. O modelo ajusta regras e fluxos para refletir a realidade da operação. 

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