Raio-X dos acidentes no transporte de cargas em 2025 

Os dados são da Track Brasil, levantados ao longo de 2025 a partir de operações reais monitoradas diariamente. 

A tradução disso é simples: a maioria dos acidentes dá sinais antes de acontecer. Quem enxerga o risco a tempo, age. Quem não enxerga, reage ao prejuízo. 

Colisão: o maior vilão da operação 

Com 60% das ocorrências, a colisão lidera com folga. 

Na prática, os principais gatilhos são conhecidos: falta de distância segura, excesso de velocidade e distração ao volante.  

A prevenção acontece com controle. A telemetria permite monitorar velocidade e condução em tempo real, enquanto as câmeras identificam distrações e comportamentos de risco. Quando o padrão foge do aceitável, a ação precisa ser imediata. 

Tombamento: curva, velocidade e erro que custa caro 

Responsável por 27% dos sinistros, o tombamento aparece principalmente em trechos críticos de rota. Velocidade acima do ideal em curvas e falhas na amarração da carga seguem sendo os maiores ofensores. 

Sem mapa de risco por rota e sem acompanhamento contínuo, a operação fica no escuro. 

Saída de pista: quando a fadiga vence 

Representando 10% das ocorrências, a saída de pista tem um fator dominante: jornada excessiva. Cansaço reduz reflexo, atenção e capacidade de resposta especialmente quando somado a clima adverso. 

Aqui entra um ponto-chave: controle de jornada não é burocracia, é segurança operacional. 

Incêndio: poucos casos, impacto total 

Mesmo com apenas 3%, o incêndio costuma significar perda total. A causa raiz aparece repetidamente: falha de manutenção preventiva, principalmente em sistemas elétricos. 

Esse tipo de sinistro não avisa. Ou a operação monitora, ou paga a conta. 

Como a Track atua para reduzir acidentes na prática 

Não existe solução mágica, existe método. Com a nossa Célula de Prevenção de Acidentes, fazemos a análise contínua de qual é o principal ofensor de cada operação. Além disso, atuamos com ações como: 

  • Score da viagem em tempo real: risco sobe, ação sobe 
  • Alertas inteligentes e protocolos claros para resposta imediata 
  • Monitoramento por câmeras ao vivo (Safe Track) 
  • Auditoria de dados e mapa de risco por rota 
  • BI com dados para criação de ações 

Com dados, método e acompanhamento contínuo, é possível agir antes e reduzir acidentes de forma consistente. Esperar o próximo acidente não é estratégia é aceitar o prejuízo como parte do jogo. 

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